Meu Chefe, Meu Pecado | O Hot Romance viciante que você não vai conseguir parar de ler | Jade Cohes
Se você gosta de histórias que prendem, que provocam e que mexem com a sua cabeça... esse livro não é seguro para você.
Sinopse oficial
Ele não deveria querer ela. Mas quer. Henry Campbell não pede, ele toma. CEO, bilionário, intocável, um homem que controla tudo e todos... até Holly Harris. Ela só queria um emprego. Acabou presa no homem mais perigoso que já conheceu. A cada olhar, a cada ordem, a tensão cresce. Isso não é só desejo. É erro. E pode destruir a carreira dos dois.
Por que 'Meu Chefe, Meu Pecado' prende tanto?
Desde que lancei o livro, recebo muitos comentários sobre o livro ser viciante, irresistível e impossível de parar de ler. E isso não é á toa, eu escrevi ele exatamente para isso. Mas aqui vai uma pequena lista do porque (sem aprofundar, de fato) o livro é tão viciante.
⤷ Homem frio de verdade, consistente e que, não amolece rápido
⤷ Tensão psicológica constante e crescente
⤷ Relação proibida com riscos reais (chefe x secretária)
⤷ Cenas intensas e um hot carregado com subtexto e construção psicológica
⤷ Evolução que prende do começo ao fim
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Os momentos mais tensos de 'Meu Chefe, Meu Pecado'
O livro inteiro foi construído sob uma tensão constante que só aumenta, porém, separei alguns dos momentos mais tensos (do capítulo 2-30 apenas)
1. O primeiro encontro... e o julgamento silencioso
Essa é uma das cenas mais tensas (que eu considero) porque desde o primeiro capítulo até o dois, Holly só ouviu falar coisas terríveis sobre Henry Campbell, e quando conheceu ele pessoalmente? tudo isso só se confirmou.
Quando ele virou os olhos para encarar ela, foi o momento exato em que ela congelou, o corpo inteiro tremeu, um frio na barriga intenso surgiu. E isso não foi à toa. Henry identificou ela como nervosa demais, diferente do padrão que ele vê. Ele percebeu que, mesmo com medo, ela não recuou, como todos da Viron Corp faziam.
Mas isso não significa interesse imediato, ele só classificou ela como... diferente.
Os olhos azuis dele eram tão intensos que, de fato, congelavam. Não era um olhar normal, não era um olhar disfarçado, era um olhar de cima a baixo... julgando os mínimos detalhes. E isso apavora, claro.
Sem reação, Holly estende a mão para ele e o cumprimenta, com a voz falhada. Ele olha para a mão dela, depois para ela, e aperta com firmeza.
O clima ficou extremamente desconfortável depois que ele disse que esperava que ela fosse funcional.
2. O primeiro toque... e o momento que ele não recuou
Quando Ágatha reclama com Henry na frente de Holly que, ele abandonou a própria família para focar no trabalho e que nem mesmo iria no casamento dela... o clima ficou pesado.
Henry não pareceu ligar para isso, como se estivesse acostumado.
Mas Holly sendo uma pessoa humana, impulsiva e muito intuitiva... simplesmente tocou o ombro dele, não só isso, ela apertou, e nem mesmo percebeu. Ele enrijeceu completamente, travou pela primeira vez. Ninguém tocava nele daquele jeito.
Ela continuou apertando o ombro dele enquanto repetia alguma palavra de consolo. E ele nem mesmo conseguia formular alguma palavra. Mas um fato interessante é que ele não recuou.
Quando ela percebeu que isso foi... estranho, rapidamente soltou ele e saiu dali. Mas claro que isso não foi esquecível.
3. Quando ele segura a mão dela
Durante um voo para a Itália, Henry notou como Holly parecia completamente aterrorizada, ficando até mesmo pálida. Daquele tipo que dá para sentir o medo de longe.
E isso também não é por acaso. O medo de aviões é comum em muita gente. Se você entendeu, você entendeu.
Mas o fato é que, ele abriu a mão e disse para ela segurar. Não como um gesto fofo, ou apaixonado, mas Henry é um homem controlador e quer tudo funcionando. E Holly não funciona, então ele faz.
Ela segura a mão dele, ficando mais assustada por dentro, mas o medo em si acaba sumindo.
4. O primeiro beijo, e o início do erro
Na Itália, durante o casamento de Ágatha... Alessio, um conhecido da família Campbell acaba se aproximando de Holly. Ele é charmoso, encantador e galanteador. Henry já conhecia o padrão dele, mas o que o impressionou foi ver que Holly aceitou isso.
Ela dançou com ele, flertou de leve e se deixou levar por um segundo.
E isso foi o suficiente para fazer Henry perder o controle. Ele observou tudo de longe, acabou bebendo mais do que devia, não a ponto de ficar caindo, mas o suficiente para perceber.
Ele encurrala Holly na parede sem dificuldade, reclama que Alessio dá em cima de todas que vê, e se questionou se ela dançava com qualquer um que a chamasse. Além de reclamar que ele olhou para ela de um jeito que ninguém devia.
Por fim a beijou. Pela primeira vez do livro. Não vou detalhar muito, vai ver por conta própria, rs, mas só posso garantir que isso mudou tudo. Para sempre.
5. A primeira quebra, e a tensão que quase foi longe
Quando voltaram da Itália (eu avisei que o beijo mudaria tudo, e mudou) Henry, naturalmente, se fecha muito mais, afinal, ele perdeu o controle. E isso para um homem controlador? meu amor...
Holly percebe isso, e dói. Ele parou de olhar para ela, de chamar ela, começou a tratá-la como se ela fosse só mais uma... e isso bateu diferente.
Como uma forma de resposta, Holly agiu da maneira mais profissional que pôde. Comprou um blazer mais corporativo, evitou olhar para ele, e passou a chamá-lo de... senhor. Com ênfase.
Nem preciso dizer que isso tudo acabou mal, né? Quando explodiu, foi em cima da mesa do escritório dele... cinto no chão...
E essa cena entra no rank de mais tensas porque alguém podia entrar na sala a qualquer momento.
E isso é só o começo...
Minhas leitoras não conseguem parar de ler.
Eu me chamo Jade Cohes, escrevo Dark Romance e Hot Romance há mais de dez anos, com tensão psicológica e personagens que não se tornam bons.

Meu livro favorito! Amei
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