Henry Campbell: o tipo de homem que domina antes mesmo de tocar | Jade Cohes

Henry Campbell, personagem do livro Meu Chefe Meu Pecado, criado por Jade Cohes

Quem é Henry Campbell?

Henry Campbell é um dos meus personagens masculinos fictícios mais adorados atualmente. Protagonista do livro 'Meu Chefe, Meu Pecado', ele chama muita atenção pelo seu jeito frio, sério e profissional.

Conhecido por ser extremamente exigente e rígido... evitam passar por ele, olhar para ele, ou fazer coisa qualquer que chame sua atenção negativamente. E essa fama não surgiu do nada, Henry Campbell não tolera erros.

Ele trabalha todos os dias, sempre concentrado na empresa e em números. Afinal, Henry não é qualquer CEO, ele é um dos maiores do país. Renomado. Seu sobrenome tem um peso de gerações.

O controle como essência

Henry Campbell sempre manteve controle de sua própria vida e, da vida das pessoas ao redor. E isso não é por acaso.

Desde muitos anos, ainda muito novo... aprendeu que se não tivesse controle do mundo, o mundo controlaria ele.

A Viron Corp é uma extensão da sua mente, um símbolo claro da sua organização. O edifício nunca está bagunçado, sempre se mantém limpo, tudo em ordem, tudo arrumado. Com funcionários perfeitos demais para o mundo real.

Henry controla cada aspecto da sua vida, odiando tudo que foge do controle.

Dinâmica de poder com Holly

Henry Campbell e Holly Harris, protagonistas do livro Meu Chefe Meu Pecado, por Jade Cohes

Holly Becker Harris (também protagonista de 'Meu Chefe, Meu Pecado' foi transferida para ser sua secretária ainda muito cedo.

O primeiro contato deles foi até que curioso. Enquanto ela estava pálida, trêmula, com a cabeça cheia de tudo que ouviu falar sobre ele...

Ele a olhou como quem analisa um detalhe do ambiente, realmente indiferente.

E quando essa indiferença parou de existir? A partir do momento em que Holly se mostrou um erro. E ele não tolera erros.

Sempre tão nervosa, com um sorriso torto no rosto, às vezes um café derramado na roupa... ela, sozinha, conseguia bagunçar toda a estética da Viron Corp.

O contraste entre Holly e Julie (ex-secretária dele) chega a ser absurdo. Julie representava exatamente alguém que estava no nível de Henry. Sempre apresentável, profissional, como ele.

Já Holly, passou a significar algo oposto disso. Ela não só era incompetente como no fundo, não tinha realmente medo dele. E ele percebia isso.

Enquanto todos evitavam encontrá-lo... Holly tocava seu ombro, invadia sua vida pessoal. Ela tinha tudo para ser demitida no primeiro dia. E por que não foi?

Desejo como ferramenta

Homens como Henry Campbell desejam o controle antes do prazer.

Ela era a única coisa que ele não conseguia controlar... seu jeito imprevisível e tão natural de ser, com certeza, o enlouquecia por dentro.

E isso é algo curioso... porque Holly não fazia nada para provocá-lo, e é por isso que provocava tanto.

No capítulo quatro de Meu Chefe Meu Pecado, Henry, pela primeira vez, encontra Holly por acaso em uma boate noturna. Ele não disfarçou o olhar, mas não pense que isso é só desejo.

É algo muito além...

A boate não era um território dele como a Viron Corp, mas a Holly existia lá, livre.

Inconscientemente, Henry desejou controlá-la desde o primeiro segundo em que a conheceu. E esse controle aparece em forma de desejo. Obsessão. Fascínio.

Como isso é demonstrado sexualmente?

Sendo Henry Campbell naturalmente dominante em qualquer aspecto da sua vida, sexualmente isso não muda, muito pelo contrário.

Se você reparar bem... nada é por acaso.

Tudo que aconteceu de fato, até o sexo, não foram coisas bobas. Foram coisas que realmente ativam ele em todos os sentidos.

Holly não é só uma mulher comum, é uma posse, ela é a secretária dele, ela trabalha para ele. Então na cabeça dele, logo... ela pertence a ele.

Se Henry não consegue controlar ela, não consegue controlar a si mesmo.

E o sexo entre eles representa bem essa questão. Henry sempre assume o controle, sempre toma à frente, sempre avança primeiro, sempre decide o ritmo. Porque sexo, é algo que ele domina.

Henry não reage como um homem comum. Ele não emite sons, ele não pede, ele age.

Enquanto Holly se perde completamente, entregue ao desejo... ele simplesmente observa, estático. Como se a estudasse com uma lupa.

E isso é simbolíco.

Um passado não explicado

Desde pequeno, Henry cresceu em um ambiente totalmente controlado e organizado. Lidando com pressões sérias que nem um adulto conseguiria lidar bem.

E é claro que isso moldou ele.

A frieza não nasceu do nada. Apesar de ter sido programado, ele não é um robô.

Cresceu com pais extremamente rígidos e controladores em um lugar silencioso. Não teve o mínimo que uma criança deveria ter emocionalmente.

Sua dificuldade em construir vínculos (e lidar com eles) pode estar muito ligado à tudo isso.

A pergunta que não quer calar... o que exatamente aconteceu? Quando foi o exato momento da sua vida em que o controle passou a controlá-lo?

E se você acha que entendeu Henry Campbell... você ainda não viu nada.

E é exatamente isso que torna Meu Chefe Meu Pecado tão impossível de largar.

Você entraria nesse jogo sabendo o preço? ou já sabe que não sairia ilesa?

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